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Alexander Serebrenik

Eindhoven University of Technology

Gender in Open-Source Software Development

This talk will provide a brief overview of several recent studies of gender and gender diversity in software development teams. The main findings are: (1) more gender-diverse GitHub teams are not only more productive than less gender-diverse ones (Vasilescu et al., CHI 2015), but they are also less likely to exhibit suboptimal communication patterns (Catolino et al., ICSE-SEIS 2019) known to lead to suboptimal code patterns (Palomba et al., TSE 2019); and (2) social capital obtained by collaboration in GitHub open source projects is beneficial for duration of engagement in an open source project; diversity of information ties, i.e., involvement in very different projects, is beneficial for people of all genders, more so for women than for men (Qiu et al., ICSE 2019). If the time permits, it will also touch on the ongoing work related to going beyond gender binary. In this preliminary study that has been based on interviews of three transgender women working in software development, it has been observed that remote work, facilitated by technological solutions, reduces barriers for participation in software development projects. It is conjectured that remote work can benefit other underrepresented minorities as well (Ford et al., ICSE-SEIS 2019).

Alexander Serebrenik is a Full Professor of Social Software Engineering at Eindhoven University of Technology. His research goal is to facilitate evolution of software by taking into account social aspects of software development. He has co-authored a book Evolving Software Systems (Springer Verlag, 2014) and more than 100 scientific papers and articles. He has won several distinguished paper and distinguished review awards.

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Ana Regina Rocha

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Retorno do Investimento em Qualidade de Software

Esta palestra discutirá os benefícios da melhoria de processos para a qualidade dos produtos de software e o sucesso das organizações. Nesse contexto, serão apresentados dois modelos de melhoria de processos de software (CMMI-DEV v2.0 e MR-MPS-SW:2020) e um modelo para qualidade de produtos de software (QPS). Por fim será apresentada uma abordagem para orientação dos programas de melhoria às necessidades de cada organização e ao retorno do investimento.

Ana Regina Rocha é professora titular da COPPE/UFRJ. Tem Doutorado e Mestrado pela PUC-Rio. Orientou 30 teses de Doutorado e 101 dissertações de Mestrado. Foi Board Member do International Institute for Software Technology da United Nations University (1994-1997). Foi pesquisador homenageado da CEES em 2009. Em 2010 recebeu o prêmio Change Agent Awards do Anita Borg Institute. Participou da definição do Programa TI Maior do MCTI (2012). Coordenou a equipe que definiu o Modelo MPS-SW, que já teve mais de 700 avaliações em empresas brasileiras e latino-americanas. Mais recentemente, coordenou a equipe que definiu o modelo QPS para qualidade de produtos de software. Participou de projetos de qualidade de software em várias organizações entre elas CERN, TSE, Banco Central, Petrobrás, Centro de Computação da Aeronáutica, Casnav, PREVI, Fiocruz. As principais áreas de interesse são processos de software, qualidade de produtos de software e Engenharia de Software para start-ups.

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Paulo Borba

Universidade Federal de Pernambuco

Em Busca de Maior Simplicidade e Confiabilidade no Processo de Integração de Código

O processo de integração de código, realizado com frequência por desenvolvedores, deveria ser mais simples e confiável. Quando integrando contribuições de código, desenvolvedores não deveriam perder tempo resolvendo conflitos de mesclagem (merge) irrelevantes. Eles também não deveriam comprometer a qualidade do sistema integrando contribuições de código que interferem de forma inesperada e causam defeitos dificilmente detectáveis durante atividades de revisão de código e testes. Com o objetivo de entender melhor e resolver esses problemas, foram realizadas várias pesquisas que serão resumidas nesta palestra. Em particular, foram desenvolvidas ferramentas avançadas de mesclagem que oferecem melhor suporte aos desenvolvedores que integram código com frequência. Essas ferramentas exploram a sintaxe e a semântica das linguagens de programação para obter melhor acurácia no processo de integração. A ferramenta de merge semi-estruturado desenvolvida foca em reduzir conflitos irrelevantes comumente reportados por ferramentas como o git merge, enquanto as ferramentas de merge semântico focam em detectar conflitos que normalmente não são detectados pelo git merge e que causam falhas que afetam usuários finais. Serão apresentados os principais resultados obtidos, as lições aprendidas e a história dessa jornada pela redução de frustrações e esforços desnecessários nas atividades de integração de código.

Paulo Borba é Professor Titular de Engenharia de Software do Centro de Informática da Universidade Federal de Pernambuco, onde lidera o Grupo de Produtividade de Software. Ele pesquisa e desenvolve ferramentas e técnicas para melhorar os níveis de qualidade e produtividade em software, especialmente através da redução de frustrações e esforços desnecessários nas atividades realizadas por desenvolvedores de software. Ele busca a mistura entre excelência em pesquisa e relevância industrial. Seus principais interesses de pesquisa são nos seguintes temas e na integração entre eles: conflitos e ferramentas de integração de código, integração e implantação contínuas, modularidade de software, linhas de produtos de software e refatoração. Paulo é Doutor em Computação pela Universidade de Oxford e Mestre e Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Pernambuco. Ele foi sócio-fundador da Qualiti Software Processes.